pavilhão de prova de vinhos
wine tasting pavilion


quinta do monte d'oiro. alenquer, portugal. projeto 2020. Para o concurso de arquitetura internacional monte d'oiro wine tasting room, lançado por bee breders. projeto pré-selecionado pelo júri. monte d'oiro farm. alenquer, portugal. project 2020. for the international architecture competition monte d'oiro wine tasting room, launched by bee breders. project shortlisted by the jury. o pavilhão proposto é um muro antes de ser um edifício. um muro que, embora implantado entre o complexo da quinta e a vinha, não tem a função de separar mas sim de aproximar paisagem e visitantes. o muro, com 70 metros de comprimento, de tijolo maciço caiado a branco, esconde a paisagem durante o percurso para o pavilhão, cujo interior se abre perante esta. o muro previne a banalização da paisagem. o muro, pontuado pelos ciprestes existentes, sombreia a promenade e, tal como na villa adriana, é caracterizado por uma textura rica, que resulta num jogo de vibrante. o pavilhão, anunciado pela cobertura plana que pousa sobre o muro, recebe o visitante num átrio exterior, parcialmente coberto, onde um espelho de água refresca o ar e cria uma atmosfera intimista, de preparação. é por este espaço introvertido que se entra no pavilhão, onde o espaço se abre perante a paisagem, tornando-se parte da mesma através de um pano de vidro a todo o comprimento do interior. todas as superfícies são brancas e frias, pois tudo o resto estaria a competir com o calor da interação humana, com a riqueza do cenário natural e com o aroma elegande do vinho monte d'oiro. o interior é neutro para prevenir uma "overdose de emoção". The proposed pavillion is a wall before it is a building. A wall that, although it is between the farm complex and the vineyard, does not divide but brings together landscape and visitors. The 70 meter long wall, made of whitewashed solid brick, hides the landscape during the walk to the pavillion, from where the interior is completely open towards the landscape. The wall doesn’t let the landscape become a commonplace.The long wall, punctuated by the already existing cypress trees, protects the promenade from the harshness of the sun in the center of portugal and, like in Villa Adriana, is characterised by its rich texture, resulting in an also rich play of shadows.The pavilion itself, announced by a flat roof that lands on top of the wall, have a partly covered atrium, enriched with a large water basin that refreshes the air and creates an intimate atmosphere. This is the last introverted space that anticipates the interior room of the pavilion. From the atrium, and through a trivial glass door, one enters the pavilion, and, from the interior, one feels immediately in the middle of the landscape, in the middle of the Portugal vineyards, but with all the comforts allowed by a glass front. All the surfaces in the interior are white and cold because everything else would be competing with the richness of the natural scenery, the warmness of human interaction and the elegant Monte D`Oiro wine scent. All the interior is neutral to prevent the risk of an “overdose of emotion”.




















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